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OUTRAS MARGENS

OUTRAS MARGENS

MANUEL G. SIMOES

Editorial:EDIÇOES COLIBRI
Outras Margens reúne uma série de ensaios sobre as literaturas brasileira, angolana, moçambicana e caboverdiana. Publicados precedentemente em Itália, analisam aspectos e lançam um olhar, porventura inédito, sobre a obra de figuras significativas daquelas áreas culturais: Jorge Amado, Jorge de Lima, João Cabral de Melo Neto, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Luandino Vieira ou José Craveirinha, entre outros.
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ANTONIO FERRO. O INVENTOR DO SALAZARISMO

ANTONIO FERRO. O INVENTOR DO SALAZARISMO

ORLANDO RAIMUNDO

Editorial:DOM QUIXOTE
Orlando Raimundo, licenciado em Ciência Política e Relações Internacionais, é escritor, jornalista e investigador independente. Estudou jornalismo em Paris e Tóquio, pós-graduou-se no ISCTE e foi assessor editorial do Instituto Politécnico de Lisboa. Enquanto profissional da Comunicação Social, ajudou a lançar o primeiro jornal da Guiné-Bissau livre e independente e a fundar o Cenjor, foi redactor de O Século, Diário Popular e Expresso, tendo integrado o quadro redactorial deste semanário durante quase vinte anos, e escreveu mais de uma dezena de livros, entre os quais A Linguagem dos Jornalistas e A Entrevista no Jornalismo Contemporâneo. A Última Dama do Estado Novo e Outras Histórias do Marcelismo é considerado uma obra de referência sobre os anos finais da ditadura.
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VERY TIPICAL. OS PIORES HABITOS DOS PORTUGUESES

VERY TIPICAL. OS PIORES HABITOS DOS PORTUGUESES

RUI SINEL DE CORDES

Editorial:CASA DAS LETRAS
«O nosso objectivo era fazer o melhor que pudéssemos para caracterizar Portugal, de forma geral, em nove episódios de temas diversos. Queríamos criar uma Bíblia de costumes, tradições, taras, defeitos e manias (meti o «defeitos» ali no meio, porque ficava estranho «taras» e «manias» junto) dos portugueses. Não seremos nós a dizer se conseguimos ou não. Resta-nos a glória de podermos afirmar que tudo o que está neste livro, aconteceu na realidade.» – Rui Sinel de Cordes Very Typical é o livro humorístico que retrata os piores hábitos dos portugueses, dividido pelos seguintes temas: férias, noite, as dez pessoas que não deviam existir, mulheres, homens, as dez piores coisas que podem acontecer a um português, tradições, redes sociais e música. Sempre com uma visão mordaz que choca as sensibilidades mais conservadoras, que não se inibe de exemplificar com personalidades nacionais e internacionais, Rui Sinel de Cordes retrata o povo português com a intensidade e a caricatura que o humor levado ao extremo permite.
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NA BOA! O SEGREDO PORTUGUES PARA A FELICIDADE

NA BOA! O SEGREDO PORTUGUES PARA A FELICIDADE

DIOGO FARO

Editorial:ESFERA PORTUGAL
Numa linguagem rigorosa, mas acessível, o presidente e fundador do Instituto Português Para os Altos Estudos da Felicidade (IPPAEF), Diogo Faro, que tem percorrido o mundo a dissertar sobre este fenómeno em palestras de acesso restrito, explica agora ao grande público o extraordinário segredo da felicidade do povo português. «“Na boa”, “um gajo safa-se”, “claro que se desenrasca isso”, os problemas resolvem-se e a vida leva-se de sorriso na cara», escreve o autor.
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COMO FERNANDO PESSOA PODE MUDAR A SUA VIDA

COMO FERNANDO PESSOA PODE MUDAR A SUA VIDA

CARLOS PITTELA E JERONIMO PIZARRO

Editorial:TINTA DA CHINA
Da obra genial de Fernando Pessoa, centenas de páginas permanecem inéditas. Com investigação meticulosa, Jerónimo Pizarro e Carlos Pittella resgatam da obscuridade textos - poemas, cartas, anotações, listas, artigos de imprensa - e desenhos - esquemas, caricaturas, cartas astrológicas - que dão testemunho de como a literatura pode mudar as nossas vidas. Uma edição que permite conhecer melhor o pensamento e a obra do escritor.
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O MEU IRMAO

O MEU IRMAO

AFONSO IRMAO

Editorial:LEYA
Com a morte dos pais, é preciso decidir com quem fica Miguel, o filho de 40 anos que nasceu com síndrome de Down. É então que o irmão - um professor universitário divorciado e misantropo - surpreende (e até certo ponto alivia) a família, chamando a si a grande responsabilidade. Tem apenas mais um ano do que Miguel, e a recordação do afecto e da cumplicidade que ambos partilharam na infância leva-o a acreditar que a nova situação acabará por resgatá-lo da aridez em que se transformou a sua vida e redimi-lo da culpa por tantos anos de afastamento. Porém, a chegada de Miguel traz problemas inesperados - e o maior de todos chama-se Luciana. Numa casa de família, situada numa aldeia isolada do interior de Portugal, o leitor assistirá à rememoração da vida em comum destes dois irmãos, incluindo o estranho episódio que ameaçou de forma dramática o seu relacionamento. O Meu Irmão, vencedor do Prémio LeYa 2014 por unanimidade, é um romance notável e de grande maturidade literária que, tratando o tema sensível da deficiência, nunca cede ao sentimentalismo, oferecendo-nos um retrato social objectivo e muitas vezes até impiedoso.
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AS SERVIÇAIS

AS SERVIÇAIS

KATHRYN STOCKETT

Editorial:11/17
Skeeter tem vinte e dois anos e acaba de regressar da universidade. Pode ter uma licenciatura, mas estamos em 1962, no Mississípi, e a sua mãe só a irá deixar em paz quando a vir com uma aliança no dedo. Provavelmente a jovem encontraria conforto junto da sua adorada Constantine, a empregada negra que a criou, mas esta foi embora e ninguém lhe diz para onde. Aibileen é uma empregada negra que criou dezassete crianças brancas. Mas desde que o seu próprio filho morreu, algo mudou dentro de si. Quem a conhece sabe que tem um grande coração e uma história ainda maior para contar. Minny, a melhor amiga de Aibileen, é a mulher com a língua mais afiada do Mississípi. Cozinha divinamente, mas tem sérias dificuldades em manter o emprego… até ao momento em que encontra uma nova e insólita patroa. Estas três personagens extraordinárias vão cruzar-se e iniciar um projeto clandestino que as vai colocar a todas em perigo. E porquê? Porque estão a sufocar com as barreiras que definem a sua cidade, o seu tempo e as suas vidas.
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A CIDADE DE ULISSES

A CIDADE DE ULISSES

TEOLINDA GERSAO

Editorial:BERTRAND EDITORA
Teolinda Gersão Escritora portuguesa, nascida em 1940, formada em Filologia Germânica em Coimbra. Doutorada em 1976 e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, foi leitora de Português na Universidade de Berlim e assistente na Faculdade de Letras de Lisboa. Autora de vários trabalhos de crítica literária, recebeu duas vezes o prémio de ficção PEN Clube, atribuído ao seu livro de estreia, O Silêncio, em 1981, e ao romance O Cavalo de Sol, em 1989. Foi também galardoada com o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores em 1995 e, na Roménia, com o Prémio de Teatro Marele do Festival de Bucareste (adaptação da obra ao teatro) com o romance A Casa da Cabeça de Cavalo. Em maio de 2003, o seu livro Histórias de Ver e Andar foi galardoado com o Grande Prémio do Conto 2002 Camilo Castelo Branco, da Associação Portuguesa de Escritores. À edição inglesa de A árvore das palavras (The Word Tree, Dedalus, 2010) foi atribuído o Prémio de Tradução 2012. A ficção de Teolinda Gersão desenvolve, na escrita contemporânea, uma poética romanesca original, abrindo a narração, a que o respeito pelas categorias de espaço, tempo, personagens, intriga confere certa verosimilhança, a uma irradiação de sentidos que decorre de um metaforismo assumido de forma estrutural pela narrativa. Não que as personagens e as suas relações, os temas ou os seres se reduzam a um carácter alegórico: o que ressalta é que por detrás da "história" estão em conflito pulsões humanas universais, frequentemente centradas sobre a dinâmica dos opostos (homem/mulher, caos/cosmos, racionalidade/loucura, entre outros). A ilusão da transparência, obtida por uma ordem sintagmática nítida, pela simplicidade da frase, despojada de tudo o que é acessório, pela redução do número de personagens, pela simplificação da ação, confere, então, às suas narrativas o estatuto de uma escrita mítica, cujo objetivo não é a representação, mas o conhecimento. Ao mesmo tempo, cada uma das suas narrativas, desenvolvendo até à exaustão algumas metáforas centrais (o cavalo, o teclado, etc.), desfibra todo o tipo de alienação social e mental subjacente à rutura dos princípios de harmonia invisível e de unidade íntima do homem com o universo. Como a pianista (e a romancista) de Os Teclados, Teolinda Gersão, diante de um "mundo fragmentário" e "indiferente", onde "as pessoas não formavam comunidades e só havia valores de troca", um "mundo vazio", persiste em tentar desvendar enigmas, como se a escrita e a exigência de rigor fossem "a transcendência que restava": "Aceitar o nada, o mundo vazio. E apesar disso, pensou levantando-se e sentando-se no banco - apesar disso sentar-se e tocar."
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A GORDA

A GORDA

ISABELA FIGUEIREDO

Editorial:CAMINHO
Maria Luísa, a heroína deste romance, é uma bela rapariga, inteligente, boa aluna, voluntariosa e com uma forte personalidade. Mas é gorda. E isto, esta característica física, incomoda-a de tal modo que coloca tudo o resto em causa. Na adolescência sofre, e aguenta em silêncio, as piadas e os insultos dos colegas, fica esquecida, ao lado da mais feia das suas colegas, no baile dos finalistas do colégio. Mas não desiste, não se verga, e vai em frente, gorda, à procura de uma vida que valha a pena viver. Este é um dos melhores livros que se escreveu em Portugal nos últimos anos.
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A SOCIEDADE DOS SONHADORES INVOLUNTARIOS

A SOCIEDADE DOS SONHADORES INVOLUNTARIOS

JOSE EDUARDO AGUALUSA

Editorial:LIVROS QUETZAL
O jornalista angolano Daniel Benchimol sonha com pessoas que não conhece. Moira Fernandes, artista plástica moçambicana, radicada em Cape Town, encena e fotografa os próprios sonhos. Hélio de Castro, neurocientista brasileiro, filma-os. Hossi Kaley, hoteleiro, antigo guerrilheiro, com um passado obscuro e violento, tem com os sonhos uma relação ainda mais estranha e misteriosa. Os sonhos juntam estas quatro personagens num país dominado por um regime totalitário à beira da completa desagregação. A Sociedade dos Sonhadores Involuntários é uma fábula política, satírica e divertida, que desafia e questiona a natureza da realidade, ao mesmo tempo que defende a reabilitação do sonho enquanto instrumento da consciência e da transformação.
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