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NIKETCHE. UMA HISTORIA DE POLIGAMIA

NIKETCHE. UMA HISTORIA DE POLIGAMIA

PAULINA CHIZIANE

Editorial:CAMINHO
Rami, casada há vinte anos com Tony, um alto funcionario da polía, de quem tem vários filhos, descobre que o partilha com várias mulheres, com as quais ele constituiu outras famílias. O seu casamento, o de" papel passado" e aliança no dedo, resume-se afinal a um irónico drama de qeu ela é apenas uma das personagens. Numa procura febril, Rami obriga-se a conhecer "as outras". O seu marido é um polígamo! Na via dolorosa que entao começa, séculos de tradiçao e de costumes, a crueldade da vida e as diferenças abissais de cultura entre o norte e o sul da terra qeu é sua, esmagam-na. E só a sabedoria infinita que o sofrimento provoca lhe vai apontando o rumo num labirinto de emoçoes, de revelaçoes, de contradiçoes e perigosas ambiguidades. Poligamia e monogamia, que significado assumem? Cultura, institucionalizaçao, hipocrisia,comodismo, convençao ou a condiçao natural de ser humano, no quadro da inteligencia e de se ser humano, no quadro da inteligencia e dos afectos? Paulina Chiziane estende-nos o fio de Ariadne e guia-nos com o desassombro, a perícia e a verdade de quem conhece o direito e o avesso da aventura de viver a vida. Niketche, dança de amor e erotismo, é um espelho em que nos vemos e revemos, mas no qual, seguramente, só alguns de nós admitirao refletir-se.
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HIPPIE

HIPPIE

PAULO COELHO

Editorial:PERGAMINHO
Paulo é um jovem que quer ser escritor. Deixa crescer o cabelo e parte numa viagem pelo mundo em busca da liberdade e do significado mais profundo da existência. Uma jornada que vai desde a prisão como terrorista pela ditadura militar brasileira, em 1970, enquanto viaja pela América do Sul, até ao encontro com Karla, em Amesterdão, e a decisão de partirem juntos para o Nepal no Magic Bus. No caminho, os companheiros que vivem uma extraordinária história de amor também passam por transformações profundas e abraçam novos valores para as suas vidas. O mais autobiográfico dos livros de Paulo Coelho, que nos leva a reviver o sonho transformador e pacifista da geração hippie.
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A CIDADE DE ULISSE

A CIDADE DE ULISSE

TEOLINDA GERSAO

Editorial:SEXTANTE
Um homem e uma mulher encontram-se e amam-se em Lisboa. A sua história, que é também uma história de amor por uma cidade, levará o leitor a percorrer múltiplos caminhos, entre os mitos e a História, a realidade e o desejo, a literatura e as artes plásticas, o passado e o presente, as relações entre homens e mulheres, a crise civilizacional e a necessidade de repensar o mundo. «Os turistas vão à procura de lugares para fugirem de si próprios, e logo os trocam por outros e fogem para mais longe. Os viajantes vão à procura de si noutros lugares, e nenhum esforço lhes parece demasiado e nenhum passo excessivo, tão grande é o desejo de chegarem ao seu destino. Com sorte conseguem encontrar a cidade que procuram. Ao menos uma vez na vida.»
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NAÇAO CRIOLA

NAÇAO CRIOLA

JOSE EDUARDO AGUALUSA

Editorial:LIVROS QUETZAL
Nação Crioula conta a história de um amor secreto: a misteriosa ligação entre o aventureiro português Carlos Fradique Mendes - cuja correspondência Eça de Queiroz recolheu - e Ana Olímpia Vaz de Caminha, que, embora tenha nascido escrava, foi uma das pessoas mais ricas e poderosas de Angola. Nos finais do século XIX, em Luanda, Lisboa, Paris e Rio de Janeiro, misturam-se personalidades históricas do movimento abolicionista, escravos e escravocratas, lutadores de capoeira, pistoleiros a soldo, demiurgos, numa luta mortal por um mundo novo.
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O VENDEDOR DE PASSADOS

O VENDEDOR DE PASSADOS

JOSE EDUARDO AGUALUSA

Editorial:LIVROS QUETZAL
Félix Ventura escolheu um estranho ofício: vende passados falsos. Os seus clientes - prósperos empresários, políticos, generais, enfim, a emergente burguesia angolana - têm o futuro assegurado. Falta-lhes, porém, um bom passado. Félix fabrica-lhes uma genealogia de luxo e memórias felizes, e consegue-lhes os retratos dos ancestrais ilustres. A vida corre-lhe bem. Uma noite entra-lhe em casa, em Luanda, um misterioso estrangeiro à procura de uma identidade angolana. Então, numa vertigem, o passado irrompe pelo presente e o impossível começa a acontecer. Sátira feroz, mas divertida e bem-humorada, à atual sociedade angolana, O Vendedor de Passados é também (ou principalmente) uma reflexão sobre a construção da memória e os seus equívocos.
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BARROCO TROPICAL

BARROCO TROPICAL

JOSE EDUARDO AGUALUSA

Editorial:LIVROS QUETZAL
Barroco Tropical é uma fantasia que trata das mazelas da sociedade de Luanda no ano de 2020. Não fala da fome, nem da má rede pública de saúde ou da má qualidade da educação oferecida pelo Estado - um caos já conhecido hoje. O seu objeto de reflexão são as fraquezas humanas, no centro das quais está o Medo, que permite a violência, a corrupção, a traição, os assassinatos e o interesse por assuntos sobrenaturais que fazem esquecer a realidade. A história - dividida entre África, Europa e América - começa quando uma mulher cai do céu diante de duas testemunhas singulares: o escritor Bartolomeu Falcato e sua amante, a famosa cantora Kianda. Depois aparecem Tata Ambroise, curandeiro que quer ser psiquiatra, Mãe Mocinha, mãe-de-santo baiana, Núbia, ex-Miss Angola, ou o Rato Mickey, sapador de rosto desfigurado.
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FANNY OWEN

FANNY OWEN

AGUSTINA BESSA LUIS

Editorial:RELOGIO D´AGUA EDITORES
No dia 28 de Janeiro foi publicada a crítica de Miguel Fernandes Duarte a «Fanny Owen»: «No Porto do séc. XIX, dois amigos boémios apaixonam-se pela mesma jovem mulher, sendo que um deles, intimado pela mesma, a rapta para com ela se casar por procuração. As expectativas face à relação saem, no entanto, goradas, e, no espaço de um ano, ela morre, enferma, de desgosto, vítima de tuberculose; um mês depois morre ele, em Lisboa. A jovem mulher era Fanny Owen, filha do coronel Hugh Owen, inglês combatente na guerra peninsular, fixado em Portugal após casamento com D. Maria Rita, filha de um abastado comerciante de vinho do Porto e educada “na corte de Carlota Joaquina, o que não era garantia nenhuma de educação.” Os dois amigos José Augusto de Magalhães – o raptor de Fanny -, morgado e medíocre poeta, e o outro Camilo Castelo Branco, o tal que se tornou um dos maiores escritores da língua portuguesa. Partindo desta história verídica, Agustina Bessa-Luís escreve em 1979 o romance histórico Fanny Owen, após, segundo a própria, Manoel de Oliveira lhe ter pedido para escrever os diálogos de um filme que ele quereria fazer sobre Fanny Owen, e que veio a ser Francisca, de 1981. Oliveira desmente em posterior entrevista que tenha sido ele a pedir algo a Agustina, afirmando, como indica Hélia Correia no prefácio à mais recente edição do livro pela Relógio d’Água, que “não houve nenhuma combinação prévia. Li o livro e fiquei encantado porque a ideia de fazer Fanny Owen já a trazia comigo há muito tempo.” Quer se concorde em qual das versões está a verdade ou não, é um facto que a história deste dramático triângulo amoroso, que Agustina decide contar, marca também a primeira colaboração entre a escritora e o realizador Manoel de Oliveira. Fanny Owen é relato dos acontecimentos, de como evolui a relação entre as três personagens, de como se processa a relação amorosa que culmina na morte do casal, mas é, muito mais que narrativa, análise das motivações das personagens, retrato racional de situação fogosa, com o distanciamento que permite a Agustina não cair nos exageros dramáticos das personagens. […]»
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O CHAVE DE SALOMAO

O CHAVE DE SALOMAO

JOSE RODRIGUES DOS SANTOS

Editorial:GRADIVA
O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória. The Key: Tomás Noronha A mensagem torna Tomás Noronha o principal suspeito do homicídio. Depressa o historiador português se vê na mira da CIA, que lança assassinos no seu encalço, e percebe que, se quiser sobreviver, terá de deslindar o crime e provar a sua inocência. Ou morrer a tentar. Começa assim uma busca que o conduzirá às mais surpreendentes descobertas científicas alguma vez feitas. Será que a alma existe? O que acontece quando morremos? O que é a realidade? Com esta empolgante aventura que arrasta o leitor para o perturbador mundo da consciência e da natureza mais profunda do real, José Rodrigues dos Santos volta a afirmar-se como o grande mestre do mistério. Apesar de ser uma obra de ficção, A Chave de Salomão usa informação científica genuína para desvendar as espantosas ligações entre a mente, a matéria e o enigma da existência.
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SINAL DE VIDA

SINAL DE VIDA

JOSE RODRIGUES DOS SANTOS

Editorial:GRADIVA
Um observatório astronómico capta uma estranha emissão vinda do espaço na frequência dos 1,42 megahertz. Um sinal de vida. O governo americano e a ONU são imediatamente informados. Um objeto dirige-se à Terra. A NASA prepara com urgência uma missão espacial internacional para ir ao encontro da nave desconhecida. Tomás Noronha, o maior criptanalista do mundo, é recrutado para a equipa de astronautas. Começa assim a mais invulgar aventura do grande herói das letras portuguesas modernas, uma história de cortar a respiração que nos leva ao coração do maior mistério do universo. Será a vida um acidente ou resultará de um desígnio? Estaremos sós ou seremos um entre milhões de mundos habitados? A existência é um acaso ou tem um propósito? Sinal de Vida traz-nos José Rodrigues dos Santos, o escritor favorito dos portugueses, no apogeu das suas extraordinárias capacidades narrativas. Um romance empolgante que, pelo fio de uma intriga intensa e absorvente, nos interpela sobre a vida, o seu objetivo e o nosso lugar no universo.
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O HOMEM DE CONSTANTINOPLA

O HOMEM DE CONSTANTINOPLA

JOSE RODRIGUES DOS SANTOS

Editorial:GRADIVA
O Império Otomano desmorona-se e a minoria arménia é perseguida. Apanhada na voragem dos acontecimentos, a família Sarkisian refugia-se em Constantinopla. Apesar da tragédia que o rodeia, o pequeno Kaloust deixa-se encantar pela grande capital imperial e é ao atravessar o Bósforo que pela primeira vez formula a pergunta que havia de o perseguir a vida inteira: "O que é a beleza?" Cruzou-se com a mesma interrogação no rosto níveo da tímida Nunuphar, nos traços coloridos e vigorosos das telas de Rembrandt e na arquitectura complexa do traiçoeiro mundo dos negócios, arrastando-o para uma busca que fez dele o maior coleccionador de arte do seu tempo. Mas Kaloust foi mais longe do que isso. Tornou-se o homem mais rico do planeta. Inspirado em factos reais, O Homem de Constantinopla reproduz a extraordinária vida do misterioso arménio que mudou o mundo - e consagra definitivamente José Rodrigues dos Santos como autor maior das letras portuguesas e um dos grandes escritores contemporâneos.
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O ANJO BRANCO

O ANJO BRANCO

JOSE RODRIGUES DOS SANTOS

Editorial:GRADIVA
A vida de José Branco mudou no dia em que entrou naquela aldeia perdida no coração de África e se deparou com o terrível segredo. O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve uma ideia revolucionária: criar o Serviço Médico Aéreo. No seu pequeno avião, José cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda no mato. Chamam-lhe o Anjo Branco. Mas a guerra colonial rebenta e um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar. Inspirado em factos reais e desfilando uma galeria de personagens digna de uma grande produção, O Anjo Branco afirma-se como o mais pujante romance jamais publicado sobre a Guerra Colonial - e, acima de tudo, sobre os últimos anos da presença portuguesa em África.
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O MOSTEIRO

O MOSTEIRO

AGUSTINA BESSA LUIS

Editorial:RELOGIO D´AGUA EDITORES
A reedição da obra O Mosteiro da autora amarantina Agustina Bessa-Luís foi uma agradável surpresa literária no final do ano de 2017. Para além de ser um dos mais premiados romances da escritora, e só por isso merecedor de ser lido, esta obra que cruza a dualidade da vida humana - a vida das cidades e as origens (no mundo rural) - leva-nos, simultaneamente, ao mundo desconhecido dos mosteiros, neste caso à história do mosteiro de Travanca, casa beneditina, de origem medieval, conseguindo-se perceber a sua evolução até à sua extinção, em 1834, e posterior passagem a "casa de doidos", como expõe a escritora. Quem o já leu, não perde nada em voltar a lê-lo. Quem ainda não o fez, não perca a oportunidade de penetrar na escrita de uma extraordinária prosadora.
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